PRIMEIROS SOCORROS PARA CÃES E GATOS

Publicado por admin em 04 Ago 2010 | sob: Sem Categoria

Por Wilson Grassi -médico veterinário

Vamos lá! Algumas situações críticas podem acontecer com nossos amigos animais. Quanto mais rápido forem socorridos, melhor, mas às vezes acontecem situações no meio da noite, aos domingos e feriados, e a clínica veterinária que conhecemos está pode estar fechada. Não devemos desistir e enquanto algum familiar telefona para conseguir um endereço de um hospital 24 horas, ou vai tirando o carro da garagem, podemos iniciar os Primeiros Socorros.

Cada caso é um caso, então vamos separar por problema:

Vômitos e diarréia:

Um vômito eventual não é um problema. O problema são vômitos frequentes e sucessivos. Diarréia idem! Aqui vale o estado geral. Se o animal está aparentemente bem, forte e com a face normal, apenas retire a água e o alimento de perto dele. Esqueça o soro em animais que estão vomitando. Só vai ocasionar mais vômito. O melhor é o jejum total por algumas horas. Se além de vomitar o bichinho está tremendo e salivando, não perca nenhum minuto e corra a um veterinário, pode estar intoxicado.

Dores agudas:
quedas ou escorregões no meio da brincadeira, ás vezes acabam em fraturas ou torções doloridas. Lembre-se sempre de colocar uma focinheira antes de lidar com um animal com dor. Ele pode ficar agressivo em razão da dor e machucar você por instinto. Na verdade, em caso de dor, o melhor conselho é fazer o mínimo possível antes de chegar ao veterinário. Nem pense em antiinflamatórios de uso humano por conta própria, senão além da dor atual, você ainda vai ter que tratar uma gastroenterite medicamentosa e perigosa. Os antiinflamatórios são preferencialmente injetáveis nos casos agudos, pois agem mais rápido e não passam pelo estômago. Tente carregar “seu paciente” com o mínimo de movimentação dele e se a dor não passar em alguns minutos, procure um veterinário.

Envenenamento:
se você percebeu ou desconfia de um envenenamento por veneno de rato, ou mesmo comprimidos ingeridos por acidente, não deve perder tempo, mas pode ser benéfico induzir o vômito o quanto antes. Entupi-lo de leite pode não ser a melhor alternativa. Fazê-lo beber água com bastante sal de cozinha é útil. Provoca vômito que diminui a absorção das toxinas. Cuidado para não exagerar e sufocá-lo. Após a tentativa do sal, quem tiver em casa carvão mineral, pode diluir em água e também fazê-lo beber. O carvão absorve toxinas. Repito, faça tudo isso, mas não perca tempo, corra logo ao primeiro veterinário disponível!
Crise de tosse: aqueça o animal e obrigue ao repouso. Deixe-o um pouco no banheiro, com o chuveiro ligado, para respirar o vapor. Se não resolver, já sabe: veterinário.


Cortes ou mordeduras:

ferimentos perfurantes podem provocar hemorragias e infecções. Cortes em vidros ou metais, mordidas de outros cães ou gatos, etc. Se o machucado for pequeno e aparecer apenas algumas gotinhas de sangue, limpe e aplique um anti-séptico, como água oxigenada ou iodo. Se for grande e / ou estiver sangrando muito, tente manter a sua calma e a dele. Coloque seu companheiro em um lugar limpo e fresco, se possível enfaixe e comprima suavemente a região. Evite a movimentação dele, transmita calma e segurança, mas corra ao veterinário. Qualquer tipo de ferida perfurante vai exigir uso de antibióticos específicos, aplicados ou receitados pelo veterinário. Desprezar este cuidado pode ser um erro e dias depois poderiam aparecer os chamados abscessos, que são acúmulos de pus debaixo da pele.
Nem todas as feridas perfurantes requerem pontos. Normalmente pontos só são feitos com o animal anestesiado ou sedado e em ferimentos recentes, o que nem sempre é o caso. Ao examinar, o veterinário fará a avaliação do que é preciso.
Corpo estranho preso na boca: parece brincadeira, mas não é. Já perdi a conta de quantas lascas de osso, espetinhos de churrasco, anzóis, barbantes e outras tranqueiras já tirei de entre os dentes de cães e gatos. Se você percebeu algo estranho preso na boca do seu amigo, pense duas vezes antes de por a mão lá, pois ele pode morder devido à dor. Segure as patas para que ele não piore a situação, cutucando, e vá até a clínica. Pode ser necessária sedação para tirar o objeto de lá.


Convulsões:

animais, do mesmo modo que as pessoas podem ser epiléticos ou ter convulsão motivada por alguma doença. Diferente das pessoas, você não precisa se preocupar em não deixar enrolar a língua, pois isso não acontece, e se acontecer, não sufoca. Concentre-se mais em evitar escoriações. Coloque o animal em cima de um tapete ou colchão e faça carinho nele. Convulsões epiléticas duram alguns minutos e passam, mas podem ser freqüentes. Se for a primeira vez, vá ao seu veterinário de confiança. Se seu animal já estiver em tratamento, siga as orientações médicas.

Choques elétricos e desmaios:
massageie o tórax. Se a respiração estiver muito fraca, abra boca de vá dando umas puxadas na língua. Faça isso dentro do carro, a caminho da clínica. Não perca tempo!


Picada de insetos:

pálpebras, focinho e boca inchados. Pode ter marimbondo ou formiga em seu quintal. Precisa tomar injeção de antialérgico urgente. Já para a clínica!
Queimaduras: água gelada ou compressa com gelo. Perto do fogão não é lugar nem de criança, nem de bicho.
Engoliu um objeto: moedas, bolinhas de borracha, bolinhas de gúde, agulhas, linha de costura, etc. Calma, nem tudo está perdido e normalmente isso acaba bem. Por incrível que pareça, a pior coisa que um animal pode engolir destas todas é a linha. Faz um estrago muito pior que a agulha. Se você tiver em casa óleo mineral, pode dar algumas colheradas. Se não tiver, use azeite mesmo, que também lubrifica o trato gastro-intestinal. Desnecessário dizer que tem que procurar um veterinário o quanto antes.

Atropelamentos:
claro que isso pode variar de apenas alguns arranhões a sérias fraturas e hemorragias. O que é importante dizer aqui é que você deve primeiro colocar uma focinheira no animal atropelado. Como já disse antes, a dor leva a morder. Depois, para evitar movimentos bruscos, abra uma coberta no chão, coloque o paciente em cima dela, e com todo o cuidado, duas pessoas devem segurar a coberta pelas pontas, improvisando uma maca. Daí é direto para a clínica. Mesmo traumas aparentemente leves, devem ser examinados e medicados, pois alguns problemas como edemas e hemorragia interna, podem demorar a dar sinais.

Uma dica importante:
não se esqueça, quando falamos em Primeiros Socorros, é porque sabemos que existe a necessidade dos Segundos Socorros, e que estes, devem ser realizados pelo seu veterinário de confiança, o quanto antes.

KIT DE PRIMEIROS SOCORROS:

Assim como para nós é importante ter em casa, na praia, ou no campo um kit de primeiros socorros, para nossos animais de estimação também é. Ele pode ser muito útil em casos de ferimentos leves, pois nem sempre é possível ter um Médico Veterinário por perto.

No kit é necessário ter:

Luvas: para proteger as mãos e evitar o contato direto com a ferida.

Tesoura: Para cortar os pêlos em volta da lesão promovendo uma melhor visualização; também para cortar esparadrapo, gaze, etc.

Soro Fisiológico: Neste caso, é para limpeza mais grosseira da ferida. Remover sujidades como folhas, terra, areia, etc.

Povidine: Possui ação anti-séptica, previne contra possíveis infecções. Convém diluir o povidine em soro fisiológico no caso de feridas muito profundas.

Gaze: para auxiliar na limpeza (evite algodão), e curativos.

Pinça: para remover objetos, por exemplo: farpas de madeira, pregos, etc.

Pomada de ação antibiótica: Para evitar a infecção da ferida através da proliferação de microorganismos, e umedecer o curativo. Ex.: Pomada à base de Nitrofurazona.

Faixa de gaze: para cobrir e proteger as áreas feridas. Lembre-se que o faixa deve ficar por cima de uma gaze, nunca direto na ferida!

Esparadrapo: para fixar a faixa. Não coloque o esparadrapo direto sobre a ferida.

Ceruminolítico: Produto próprio para a limpeza dos ouvidos em casos de feridas nesta região.

Focinheira adequada ao tamanho do cão: Qualquer animal quando sente dor, por mais dócil que seja, pode morder até o seu próprio dono. Ele se sente ameaçado e por instinto de proteção avança mesmo. Portanto, para evitar que isso aconteça, é melhor amordaçá-lo antes de começar todo o procedimento. Depois que estiver tudo bem, ele saberá que foi para o seu bem.

Colar Elisabetano adequado ao tamanho do cão: É o famoso “abajour” que envolve a cabeça do animal. Incomoda um pouco, mas é necessário. Esta é a única forma do animal não arrancar o curativo e não infeccionar a ferida através da lambedura.

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Publicado por admin em 11 Jul 2010 | sob: Sem Categoria

aniver boomer 1 2 - aniver boomer 1 2
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No AJUDANIMAL, a porca não torce o rabo, mas os animais são muito bacanas. Nós somos um grupo de ajuda e amparo aos animais do ABC e estamos completando dois anos de existência. O nosso trabalho consiste em oferecer abrigo temporário a animais resgatados nas ruas – além de cuidados veterinários, vacinação e castração – e buscar lares responsáveis, que possam assumir a guarda definitiva dos bichinhos por meio de adoção.

Para comemorar o marco, criamos a campanha “DOE UM REAL E AJUDE UM ANIMAL”, que estará em vigor durante todo o mês de julho. Os interessados em colaborar com o projeto tem ainda outras formas de ajudar: adotar um peludo, fazer doação de ração e produtos veterinários, ou tornar-se um dono virtual. Essa última é uma alternativa aos amantes de animais que não podem abrigá-los. Eles se responsabilizam pelos custos de manutenção de um bichinho e podem visitá-lo sempre que quiserem.

Localizado na cidade de Ribeirão Pires, em São Paulo, o AJUDANIMAL é composto por um grupo de protetores – como são chamadas as pessoas que se dedicam à causa - e sobrevive unicamente de doações, sem ajuda governamental.

Eu, Cecília Bentini, fundadora do projeto, atuo há mais de 20 anos resgatando e protegendo os peludos. Mas faz apenas dois que decidi formalizar a iniciativa, juntamente com os outros protetores. O caminho percorrido foi longo entre a oficialização como Organização Não Governamental (Ong), em 2008, e a certificação de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), recebida somente em abril de 2010.

O nome AJUDANIMAL foi idealizado em 2001, de maneira informal, e passou a ser utilizado nos termos de responsabilidade de doação. Até 2004, o projeto permaneceu no município de Barueri (SP), quando mudou-se para Ribeirão Pires. Á época, abrigava 38 cães e 36 gatos.

Por meio de parcerias com lojas especializadas, clínicas veterinárias e supermercados, o AJUDANIMAL consegue ampliar a divulgação do seu trabalho e o alcance de sua atuação. Em 2006, contabilizava 75 cães e 38 gatos e, de lá para cá, o número de animais não parou mais de crescer.

Mais informações podem ser obtidas pelo site www.ajudanimal.org.br, ou pelos telefones (11) 4824-7258 e 4827-9215

Assessoria de imprensa
Luana Raggio | (11) 9985-1473 | luanaraggio@hotmail.com

Publicado por admin em 12 Mai 2010 | sob: Sem Categoria


Publicado por admin em 12 Mai 2010 | sob: Sem Categoria


Bichinho adulto também merece carinho!

Publicado por admin em 12 Mai 2010 | sob: Sem Categoria

TIGRE - Cão adulto carente de um lar de verdade!

Por Lucille Veschi

Olá, amigos! Hoje, vamos conversar sobre a importante decisão de adotar um bichinho. Muitas pessoas procuram nossa ONG pensando em levar um peludinho para casa, mas a maioria só demonstra interesse pelos filhotinhos. E por que isso acontece?
Claro que dá para entender que filhotes chamem mais a nossa atenção. Somos todos animais, não é? E os bebês mamíferos têm um charme todo especial que despertam o nosso instinto de proteção. Quem não acha cãezinhos ou gatinhos uma fofura? Porém, existem outros fatores muito importantes que devem ser levados em consideração quando se decide pela adoção, que muito desconhecem.
Uma das principais questões envolve o temperamento do bichinho: vocês já pararam para pensar que animais adultos já têm seu perfil psicológico mais definido? Quando bebê, ainda não podemos prever ao certo se o peludo será mais agitado, ou calmo, se tem tendência a miar ou latir, ou se gosta de ficar mais quietinho, se é carinhoso, faceiro, brincalhão. Contudo, a situação se inverte ao optarmos pelo adulto: as protetoras já sabem direitinho como ele é, e podem orientar melhor a adoção, ajudando os futuros “papais” a escolherem o pet que mais se adapta ao estilo de vida da pessoa ou família.
Outro fator é o porte do animal: normalmente, podemos fazer apenas uma estimativa de qual será o porte final do bebê, já que na maioria dos casos não conhecemos os pais da ninhada – e, como já sabemos, espaço é um item importante para o desenvolvimento saudável dos bichinhos.
Há, também, aqueles peludinhos que têm dificuldade em ficar longos períodos sozinhos, no caso de famílias que se ausentam durante o dia todo para trabalhar, sem deixar ninguém em casa. É por isso que a entrevista que fazemos antes das doações tem tanta importância, para garantir que a adoção será um sucesso.
É importante lembrar que a maioria das características finais dos pets é atingida quando eles ainda são, tecnicamente, filhotes: aos sete, oito meses, normalmente os bichinhos já estão praticamente com seu tamanho máximo, e seu temperamento já é bastante visível.
Crescendo tão rapidamente assim, fica fácil entender porque os abrigos para animais, muitas vezes, ficam lotados de adultos. Pensem bem: eles também não merecem uma chance de ganhar uma família e serem felizes? Além do mais, os filhotes só serão pequeninos por poucos meses… isso sem dizer que bebês precisam de muitos cuidados, paciência com suas bagunças e brincadeiras, e têm que ser educados para tudo – onde fazer suas necessidades, por exemplo. Eles ainda estão em fase de aprendizagem, e os adotantes precisam ter carinho e calma com eles!
Assim, quando vocês pensarem em adotar, ou souberem de alguém que queira um amiguinho, ajudem a orientar os possíveis “papais” a fazerem a melhor opção. Animais adultos geralmente já sofreram muito nas ruas, passaram fome, conheceram o abandono e os maus-tratos, e merecem um lar com todo o nosso carinho! E eles sempre retribuem em fidelidade, amando imediatamente seus novos donos com imensa alegria!

Publicado por admin em 12 Mai 2010 | sob: Sem Categoria


Alerta: medicamentos curam, mas também podem matar!!

Publicado por admin em 22 Jan 2010 | sob: Sem Categoria

por Lucille Veschicadelinha dodoi - cadelinha tomando soro

Olá, amigos! Hoje, nosso papo é sobre um assunto muito sério e importante: vocês sabiam que nem todos os medicamentos para humanos podem ser dados a animais? Inclusive, alguns compostos, aparentemente simples, são tão tóxicos para nossos amiguinhos de quatro patas que podem causar graves sequelas, ou até matá-los! Por isso, todo cuidado é pouco!

Durante um episódio de dor ou mal-estar, muitos donos, tentando amenizar o sofrimento de seus bichinhos, acabam, sem querer, agravando seu estado ao dar-lhes remédios que não são adequados a eles. Isso acontece porque O EFEITO DOS MEDICAMENTOS NOS ANIMAIS NÃO É O MESMO QUE NOS HUMANOS. Assim, jamais, NUNCA MESMO, medique seu amiguinho sem a orientação de um médico veterinário, pois as consequências podem ser muito perigosas.

Portanto, não se esqueçam: existem remédios desenvolvidos especificamente para animais, com dosagens e compostos benéficos para eles. Além disso, a assistência do veterinário é indispensável em casos de mal-estar e urgências.

Para ajudá-los a compreender como funciona a relação entre medicamentos e bichos, trazemos, a seguir, algumas orientações descritas pela Merial (grande fabricante de vacinas e remédios do ramo pet), muito úteis para todos nós, que amamos nossos peludinhos!

Vamos saber um pouco mais? Assim, protegeremos melhor nossos amiguinhos, sem causar-lhes nenhum mal! Bichinho bem cuidado é bichinho feliz!!!

Conheça algumas medicações que você NUNCA deve administrar a seu cachorro ou gato:

Ácido Acetilsalicílico

Muito conhecido e usado pelas pessoas. Alguns exemplos de produtos com essa substância são a Aspirina®, o AAS®, o Doril® e o Melhoral®. O ácido acetilsalicílico é um antiinflamatório muito tóxico para gatos devido à deficiência de uma enzima hepática que faria a eliminação deste composto. Deste modo, os gatos gastam muito mais tempo para metabolizar e eliminar este medicamento, o que o torna muito perigoso para uso nestes animais. De modo geral, seu uso é contra-indicado para gatos (ou deve ser utilizado estritamente sob a supervisão de um médico veterinário).

Nos seres humanos, 1 comprimido de aspirina leva de 3 a 4 horas para ser eliminado do organismo, já nos gatos o tempo médio é cerca de 70 horas.

Diclofenaco

Os produtos mais conhecidos são o Cataflan® e o Voltaren®, muito utilizados no tratamento da dor e inflamação no homem. Em cães e gatos, o uso desta molécula costuma ocasionar problemas gastrintestinais, como úlceras hemorrágicas no estômago e duodeno, levando a vômitos e diarréia com sangue. Também pode ocorrer insuficiência renal, uma grave lesão nos rins que pode levar à morte. O uso de diclofenaco é contra-indicado para cães e gatos!

Paracetamol

Presente em diversos medicamentos como Tylenol®, Parador® e Acetofen®, além de vários outros para gripes e resfriados. Seu uso é contra-indicado para gatos, pois são mais sensíveis ao paracetamol do que os cães por não conseguirem eliminar com eficiência o medicamento. Um comprimido de 250 mg pode ser fatal para os esses animais. Os principais sintomas de intoxicação são salivação, mucosas de coloração azulada, falta de ar e vômitos, podendo chegar a coma e morte.

Portanto, quando seu animal de estimação estiver passando mal, não o medique. Leve-o imediatamente ao Médico Veterinário. Afinal, não vale a pena economizar o valor de uma consulta e correr o risco de tê-lo internado por intoxicação (o que vai custar muito mais caro), ou até mesmo perdê-lo.

Fonte: www.merial.com.br

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